22 fevereiro 2019

Sobre: como será o anticristo

Este artigo foi apresentado originalmente no site (ZENIT.org), mas parece que não está mais 'no ar'. Então, para não deixar perder este texto, de tão grande importância, reproduzimos aqui, na íntegra.
Cardeal Giacomo Biffi celebrando a Eucaristia

O Cardeal Giacomo Biffi faleceu no dia 10 de julho de 2015. No ano de 2007, durante o Pontificado do Papa Emérito Bento XVI, ele pregou os exercícios espirituais para o Papa e para a Cúria Romana; e nesse retiro ele apresentou o seguinte assunto:

* * *
(Atenção: Grifos nossos)

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007 (ZENIT.org). O cardeal Giacomo Biffi apresentou a Bento XVI e à Cúria Romana «a advertência profética de Vladimir S. Soloviev» sobre o anticristo. O pregador dos exercícios espirituais fez referência ao filósofo e poeta russo, que viveu entre 1853 e 1900, para explicar que o anticristo, na verdade, consiste em reduzir o cristianismo a uma ideologia, em vez de ser um encontro pessoal com Cristo salvador.

Citando a obra de Soloviev, «Três diálogos» (1899), o arcebispo emérito de Bolonha recordou que «o anticristo se apresenta como pacifista, ecologista e ecumenista».

«Convocará um Concílio ecumênico e buscará o consenso de todas as confissões cristãs, concedendo algo a cada um. As massas o seguirão, menos alguns pequenos grupos de católicos, ortodoxos e protestantes», disse.

Segundo a síntese de sua pregação desta terça-feira pela tarde, oferecida pela «Rádio Vaticano», o cardeal explicou que «o ensinamento que o grande filósofo russo nos deixou é que o cristianismo não pode ser reduzido a um conjunto de valores. No centro do ser cristão está, de fato, o encontro pessoal com Jesus Cristo».

«Chegarão dias nos quais na cristandade se tratará de resolver o fato salvífico em uma mera série de valores», escreveu Soloviev nessa obra.

Em seu «Relato sobre o anticristo» Soloviev prevê que um pequeno grupo de católicos, ortodoxos e filhos da Reforma, resistirá e responderá ao anticristo: «Tu nos dás tudo, menos o que nos interessa, Jesus Cristo».

Para o cardeal Biffi, esta narração é uma advertência. «Hoje, de fato, corremos o risco de ter um cristianismo que põe entre parênteses Jesus com sua Cruz e Ressurreição», lamentou.

O arcebispo explicou que, se os cristãos se «limitassem a falar de valores compartilháveis, seriam mais aceitos nos programas de televisão e nos grupos sociais. Mas desta maneira teriam renunciado a Jesus, à realidade surpreendente da Ressurreição».

Para o purpurado italiano, este é «o perigo que os cristãos correm em nossos dias»: «o Filho de Deus não pode ser reduzido a uma série de bons projetos homologáveis com a mentalidade mundana dominante».

Contudo, precisou o purpurado, «isso não significa uma condenação dos valores, mas que estes devem ser submetidos a um atento discernimento. Há valores absolutos, como o bem, a verdade, a beleza. Quem os percebe e os ama, ama também Cristo, ainda que não saiba, porque Ele é a verdade, a beleza, a justiça».

O pregador dos exercícios precisou na capela «Redemptoris Mater», do Palácio Apostólico do Vaticano, que, por outro lado, «há valores relativos, como a solidariedade, o amor pela paz e o respeito pela natureza. Se estes se convertem em absolutos, desarraigando ou inclusive opondo-se ao anúncio do fato da salvação, então estes valores se convertem em instigação à idolatria e em obstáculos no caminho da salvação».

Ao concluir, o cardeal Biffi afirmou que «se o cristão, para abrir-se ao mundo e dialogar com todos, dilui o fato salvífico, fecha-se à relação pessoal com Jesus e se coloca do lado do anticristo».

19 fevereiro 2019

Carta aos Sacerdotes


Das Meditações de Catherine de Hueck Doherty:

“Uma noite, quando eu estava rezando, subitamente vi desaparecer as paredes da minha cabana de madeira (eu devia estar cochilando). De qualquer maneira, elas tinham desaparecido, e minha habitação, que não é extraordinariamente grande, estava subitamente povoada por uma multidão de padres!

Padres cheios de dúvidas.

Padres cheios de dores - dores escondidas.

Padres que estavam esperando para se tornarem leigos.

Padres que queriam se casar.

Padres que estavam pensando no divórcio.

Padres que permaneciam nos lugares para os quais tinham sido designados, mas eles pareciam tão cansados. Alguns deles estavam verdadeiramente exaustos.

De repente, sumiu da minha mente, do meu coração e da minha alma todo desejo de acusar qualquer um destes padres por sua falta de fé, fraqueza ou imaturidade. Eu fui subitamente tomada por amor e compaixão. Eu quis tomá-los em meus braços como se fosse a mãe deles ou a irmã mais velha. Eu quis consolá-los. Eu quis dizer-lhes o quanto eu amava o sacerdócio deles, que é o único sacerdócio de Cristo. Eu quis dizer-lhes o quanto eu e todos nós leigos precisamos deles. Mas mesmo nossas necessidades desaparecem neste amor e compaixão que me abarcaram.

Eu gostaria de poder falar, escrever, comunicar de alguma forma com cada padre do mundo inteiro que está nos espasmos da dúvida, da dor, da batalha interior, do cansaço. Gostaria de dizer que ele não está sozinho. Na profundeza de uma área rural do Canadá, há uma mulher estranha que ama o sacerdócio com um amor que ela mesma não entende porque ele transcende o entendimento,mas o coração dela é um mar de amor e compaixão!

Eu gostaria de poder sentar e escrever para todos os padres. Dizer- lhes que eu compartilho a sua dor, simplesmente a compartilho, seja qual dor ela for, porque eu amo o seu sacerdócio. Eles são meus irmãos e meus padres e eles estão tão sozinhos e perdidos nestes últimos tempos. Mas eu não posso escrever para todos os padres do mundo. Eu posso simplesmente repetir o que eu disse antes: as portas de Madonna House estão completamente abertas. Nós temos uma casa simples e humilde para padres. Nós temos Poustinias (palavra russa que quer dizer deserto), cabanas de madeira onde uma pessoa pode ficar só com Deus e descansar e pode, quem sabe, reaprender a rezar, se esta for uma das suas necessidades”.

Serva de Deus, Catherine Doherty, rogai por nós!!!

29 dezembro 2018

Mensagens de Jesus à Irmã Josefa Menendez

Mensagens do Coração de JESUS à Irmã Josefa Menendez, nascida em 4 de fevereiro de 1890, e falecida em 29 de dezembro de 1923. Estas mensagens seguintes foram retiradas do livro: "Apelo ao Amor" (Diário da Irmã Josefa Menendez).
  


30 novembro 1922
  • "Escreve para as almas: Meu Coração é todo Amor e este Amor abraça todas as almas..."
  • "Meu Amor vai tão longe que, do nada, minhas almas podem retirar grandes tesouros. Quando, desde a manhã, unindo-se a Mim, Me oferecem todo seu dia... que tesouros não acumulam em um dia!"
  • Descobrir-lhe-ei cada vez mais Meu Amor... É inesgotável!... E é tão fácil à alma que ama deixar-se guiar pelo Amor!"

20 outubro 1922

  • "Sim, o mundo está cheio de perigos... Quantas pobres almas, arrastadas para o mal, precisam constantemente de socorro visível ou invisível..."
5 dezembro 1922


  • Sim, sou Aquele JESUS que ama as almas com ternura... Eis o Coração que não cessa de chamá-las, de preservá-las, de cuidar delas!... Eis o Coração abrasado no desejo de ser amado pelas almas..."

6 agosto 1922
  • "Darei a conhecer que a medida do Meu Amor e de Minha Misericórdia para com as almas caídas não tem limites. Desejo perdoar. Repouso perdoando. Estou sempre esperando com amor que as almas venham a Mim! Não desanimem! Venham!... Atirem-se nos Meus braços! Não tenham medo! Sou seu Pai!"
2 dezembro 1922

  • "Quando uma alma arde em desejo de amar nada lhe é difícil; mas, se cai na frieza e perde o entusiasmo, tudo se lhe torna penoso e duro!... Venha então a Meu Coração e crie coragem!... Ofereça-Me esse desalento!... Una-o ao ardor que Me consome e fique tranquila, pois seu dia será de valor incomparável para as almas! Meu Coração conhece todas as misérias humanas e tem delas imensa compaixão. Não desejo somente, porém, que as almas se unam a Mim de um modo geral: quero que essa união seja constante e íntima, como é a união daqueles que se amam e vivem perto um do outro; porque, se não falam constantemente, ao menos olham-se e têm mútuas atenções e delicadezas que são fruto do amor. Quando a alma está em paz e consolação, é sem dúvida fácil pensar em Mim. Mas se a desolação e a obterá de Meu Coração as mais ternas delicadezas. Repetirei ainda às almas quantas as ama Meu Coração!... Pois quero que Me conheçam a fundo, a fim de Me darem a conhecer àquelas que Meu Amor lhes confie."

5 dezembro 1922
  • "Escreve ainda para elas: Meu Coração não é somente um abismo de Amor, é também um abismo de Misericórdia! E, conhecendo todas as misérias humanas, que se encontram mesmo nas Minhas almas mais amadas. Eu quis que as ações delas, por mais pequenas que sejam, possam revestir-se, por Meu intermédio, de valor infinito para o bem das que precisam de socorro e para salvação dos pecadores. Nem todos podem pregar e evangelizar ao longe os povos selvagens, mas todas, sim todas, podem tornar conhecido e amado o Meu Coração... Todas podem ajudar-se mutuamente para aumentar o número dos eleitos, impedindo e perda eterna de muitas almas... E isso, por efeito de Meu Amor e de Minha Misericórdia. Direi às Minhas almas que Meu Coração vai mais longe ainda: não somente Se serve de sua vida ordinária e de suas mínimas ações, mas quer utilizar também, pelo bem das almas, suas misérias, suas fraquezas, até suas próprias quedas. Sim, o Amor transforma e diviniza tudo, e a Misericórdia tudo perdoa!


Irmã Josefa Menendez

Sobre a Irmã Josefa Menendez você pode ver mais informações nos seguintes sites:


25 dezembro 2018

O nascimento milagroso do Menino JESUS

No Blog "Místicos da Igreja" tem um artigo muito interessante sobre o nascimento milagroso do Menino JESUS. Nele cita o relato de Irmã Chiara Scarabelli, que viu em êxtases como ocorreu o nascimento de JESUS. E relatos de exorcistas que narram fatos parecidos.

Tem ainda nos Comentários dos leitores, outros relatos com a mesma narrativa de: Beata Anna Catherina Emmerich, Venerável Maria de Ágreda, Maria Valtorta, Luisa Picarretta.

Interessante que, mesmo antes de saber dessas revelações místicas, sempre imaginei o nascimento do Menino JESUS ​​assim, milagroso"

A mim, pobre pecadora miserável, embora não tenha tido nenhuma revelação extraordinária, sempre ao meditar o 3ª Mistério Gozoso do Santo Rosário, fazia-o desta maneira; e agora percebo que é bem parecido com o que estas místicas viram.

«São José e a Santíssima Virgem Maria, depois de terem batido em muitas portas na cidade de Belém, e de não conseguirem hospedagem em nenhum lugar, foram em direção ao campo, buscar refúgio seguro ao menos em alguma gruta.

Afastando-se da cidade, encontraram alguns pastores que, apontaram para eles alguma gruta ou caverna, subindo uma pequena colina, que eles poderiam passar a noite seguros.

Quando chegaram lá, São José, que já carregava uma tocha com fogo, viu que o lugar estava muito sujo e indigno de receber a Santíssima Virgem com o Menino que ia nascer, e tratou de fazer uma fogueira e limpar o local.

Amarrou algumas palhas no seu cajado, fazendo-o de vassoura, e limpou um pouco o lugar. Antes disso, com o seu manto, forrou algum lugar alto para que a Santíssima Virgem Maria aguardasse sentada.

Quando terminou de limpar tudo, São José pensou em sair e pegar água, em um riacho que ficava próximo uns 40 a 50 metros.

Ele ajeitou novamente o lugar para Maria repousar, perguntando se ela estava se sentido bem, e dizendo que ia sair rápido para buscar água. A Santíssima Virgem, cansada da viagem, mas tranquila, serena e em paz, deu apenas um sorriso e consentiu com a cabeça. Ela já estava colocando-se neste momento em oração de Ação de Graças, por José ter conseguido para eles aquele lugar escondido.

A Santíssima Virgem confiava em DEUS e sabia que tudo sairia conforme a Vontade d'Ele, embora ainda não soubesse como seria o parto. Apesar de que ela pressentia em seu coração que já estava próximo o momento, não sentia nenhuma dor, e aguardava confiando em DEUS.

São José, apesar de crer na concepção virginal de Maria, pensava que o parto seria como de qualquer outra mulher, por isso preocupou-se em buscar água.

Antes de sair, ele ainda deu uma olhada ao redor, e mexeu mais uma vez na fogueira, colocando mais alguns galhos e madeiras que encontrou no fundo da Gruta, para aumentar o fogo, visto que a noite era bem fria. Olhou mais uma vez para a Santíssima Virgem e disse: "Vou buscar água Maria, mas volto logo." Ela sorriu mais uma vez e consentiu com a cabeça.

São José desceu a ladeira apressadamente, quase correndo, levando dois odres grandes, feitos de pele de animal.

Mas enquanto ele estava apanhando a água no Riacho, a Santíssima Virgem entrou em êxtase, e a gruta ficou toda iluminada, porque a Glória de DEUS pairou sobre a gruta, deixando-a parecida com o Monte Sinai, quando DEUS falava com Moisés.

Quando São José viu o clarão partindo da Gruta, assustou-se pensando que o fogo da fogueira tinha se espalhado, por causa de alguma palha no chão, e voltou correndo. Ele só tinha enchido um odre de água.

Mas qual foi a surpresa e admiração dele ao deparar-se com aquela cena maravilhosa e divina: A Santíssima Virgem ajoelhada, em êxtase, envolvida por uma luz tão intensa, que fazia ela mesma parecer ser de luz. A Virgem parecia ser a Sarça ardente, na qual DEUS apareceu para Moisés.

José caindo de joelhos, prostrou-se com o rosto por terra, não ousando levantar mais os olhos, e ficou nesta posição até que Maria o chamasse.

Enquanto isso, a Santíssima Virgem permanecia em êxtase de amor e adoração, ela parecia toda transformada em luz, mais brilhante mil vezes que o Sol, mas com um brilho que não fere os olhos.

Assim que completado o tempo segundo o desígnio de DEUS, e dando meia-noite, o Menino JESUS atravessou do seu ventre para suas mãos. E Maria contemplou-o extasiada com sorrisos e lágrimas, depois beijou-O e apertou-O contra o seu peito.

E assim como foi milagrosa a concepção virginal de JESUS no seio da Santíssima Virgem, assim também foi o Seu nascimento; da mesma forma que na Ressurreição. A Santíssima Virgem manteve-se Virgem e não sentiu nenhuma dor. Só aos pés da Cruz ela teve a dor do parto, não físico, mas parto-espiritual, quando ocorreu a profecia de Simeão: "Eis que a espada da dor atravessará a tua alma", e ela gerou a nós, filhos pecadores, representados pela pessoa de São João Evangelista: "Mulher, eis aí o teu filho." 

Então, a luz que envolvia a Santíssima Virgem, como uma bola de fogo, foi extinguindo-se lentamente, permanecendo apenas no Menino, mas de uma maneira bem mais suave. A Santíssima Virgem então, amamentou o Menino. Logo, ela percebeu que José permanecia prostrado na entrada da Gruta, sem ousar levantar a cabeça. Então, ela o chamou: "Venha, José, não temas! O nosso pequeno Menino nasceu. Venha!"

Então, José, levantando a cabeça, com o rosto banhado em lágrimas, olhou admirado, meio sem jeito ainda, foi levantando de vagar, e aproximou e aceitou o Menino das mãos da Santíssima Virgem, que o entregava. Então, São José, acolheu o Divino Infante em seus braços, em pranto de alegria.

02 dezembro 2018

A Procura do Albergue - uma belíssima Tradição!


Uma Bela Tradição para fazer em sua casa!
Nossa Senhora do Advento


Uma bela Tradição de Novena de Natal, é a Procura do Albergue, que relembra o peregrinar de Maria e José em busca de um abrigo para o nascimento do Menino Jesus.

Como fazer? Pegue uma imagem do Menino Jesus, e envolva-a totalmente em um pano branco, amarrando com um belo laço. Isso será o símbolo do Menino ainda no ventre de Maria (por isso a imagem só poderá ser desembrulhada no dia do Natal).

Pode-se também utilizar uma imagem de Nossa Senhora grávida ou do Advento, e que não precisará ser envolvida no pano.

A cada dia, a imagem passará por uma casa (se a Novena for feita entre parentes ou vizinhos) ou em um quarto (se for feita na família).

Os que a cada dia irão hospedá-la, devem preparar um altarzinho com flores e vela. A Procissão da imagem para o outro albergue poderá ser feita com cânticos, ou assim que chegar no próximo local, reza-se como abaixo:
Imagem do Menino Jesus embrulhada,
simbolizando que Ele ainda não nasceu.
Cântico de Procissão (veja aqui a melodia)

Um Anjo à Virgem Santa / embaixador de Deus /
Mensagem traz que espanta / o inferno, a Terra, os Céus. /

“Ave! Cheia de Graça! / Deus quer de vós nascer!” /
“Em mim assim se faça / do Eterno o bel’prazer!” /

Salve, dia bendito / no qual Deus Se encarnou /
e as tramas do maldito / em bênçãos transformou /

Salve, hora de mistério / em que surgiu Jesus /
e aos homens deu o império / da sempiterna Luz. /

Salve, Anjo mensageiro / que nos trazeis do além, /
o fim do cativeiro / que do pecado vem. /

Salve, anúncio da Vida / aos míseros mortais /
mercê não merecida / por nossos pobres pais.

Dirigente: Pelo sinal da Santa Cruz, livra-nos DEUS nosso Senhor, dos nossos inimigos. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Todos: Amém!

Dirigente e Todos: Santo! Santo! Santo! Senhor Deus do Universo, o Céu e a terra proclamam a Vossa Glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas!

D: Abri, Senhor, os nossos lábios.

T: Para que proclamemos as maravilhas do Vosso Natal!

D: Purificai o nosso coração, iluminai nosso entendimento, fortalecei nossa vontade.

T: Para que a nossa oração Vos seja agradável e nos alcance as Vossas graças.

D: Ó Virgem bendita e gloriosa Mãe de Deus, eis-nos prostrados aos vossos pés a fim de vos declararmos o nosso amor.

T: Cheios de santa alegria contemplamos as copiosas graças e os privilégios singulares que vos foram concedidos em vista da Encarnação do Filho de Deus!

D: Rendemos graça ao Todo Poderoso que vos fez Mãe de Deus e que adornou o vosso coração virginal com o brilho de todas as virtudes, preparando para si uma digna morada!

T: Dai-nos, ó Mãe, imitar as vossas virtudes e assim nos prepararmos para acolher dignamente o vosso Filho Jesus que quer nascer em nós e entre nós. Amém!

Reza-se o Angelus com as 3 Ave-Marias:

D: O Anjo do Senhor anunciou a Maria,
T: E ela concebeu do Espírito Santo. Ave Maria...

D: Eis a serva do Senhor,
T: Faça-se em mim segundo a vossa palavra. Ave Maria...

D: E o Verbo Se fez carne,
T: e habitou entre nós. Ave Maria...

Oração final:

D: Deus Pai que estais no Céu,
T: Vós que mandastes o Vosso Filho à Terra;

D: Deus Filho
T: que agora em Maria tomais albergue conosco;

D: Deus Espírito Santo,
T: Vós que levais paz e consolação através do Advento;

D: Santa Maria, Mãe do Senhor,
T: que tão calorosamente guardais vosso Filhinho;

D: Santo pai José,
T: vós que agora com tão terna reverência conduzis a Mãe de Deus, com o Filho de Deus, deixai-nos ir convosco! / Queremos afastar para vós, ó Maria, todas as pedras do vosso caminho. / Queremos cantar à vossa Criança todos os cantos do Advento que conhecemos. / Queremos levar conosco as nossas lanternas, para que ninguém venha a tropeçar. / E o "Sanctus" cantam os Santos Anjos! / E as estrelas cintilam sobre nós! E a estrela de Belém em breve vai despontar!

D: Louvai a Deus, pois a festa do nascimento do Senhor já não esta longe! Amai a Deus, pois Maria não precisa mais procurar longe albergue!
T: Nossos corações já estão abertos de par em par!

D: Agradecei a Deus, porque nos chamou como os pastores, para estarmos bem perto d’Ele quando ressoar o Glória dos Anjos; pois ELE está aqui!”
T: Amém!

Dir. e Todos: Santo! Santo! Santo! Senhor Deus...

D: Com vosso Filho, ó Mãe Pia!
T: Abençoai-nos, ó Virgem Maria!