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11 junho 2017

O Pote e o Tempo

Retiramos do livro-entrevista «DEUS ou Nada» do Cardeal Roberth Sarah e do jornalista Nicolas Diat, um trecho muito interessante, sobre a oração.

Esse livro é muito bom e o indicamos como leitura!

Obs.: O trecho contém cortes e grifos nossos.

Pergunta de Nicolas Diat: Como o senhor define essa vida de oração da qual fala tão frequentemente?

Resposta do Cardeal Sarah: Cada um deve certamente programar e construir, todo dia, sua vida de oração. Como ? Conto-lhes uma pequena história que dá a pensar:

Um dia, um velho professor foi solicitado para dar um curso sobre planificação eficaz de seu tempo a um grupo de uma quinzena de dirigentes de grandes empresas. Esse curso constituía uma das cinco oficinas de seu dia de formação.

O velho professor não tinha, portanto, senão uma hora. De pé, ele olhou um por um, lentamente, e depois lhes disse: "Vamos realizar uma experiência".

De debaixo da mesa, o professor tirou um pote de muitos litros e o colocou delicadamente diante de si. Em seguida, exibiu uma dúzia de pedras grandes como bolas de tênis e as colocou, uma por uma, no pote grande.

Quando o pote encheu até a borda, e ficou impossível acrescentar uma pedra a mais, ele levantou os olhos para seus alunos e perguntou: "Está o pote cheio?". Todos responderam: "Sim". Ele esperou alguns segundos e acrescentou: "Realmente?"

Então, ele se inclinou novamente e tirou de sob a mesa um recipiente cheio de cascalho. Minuciosamente, ele despejou o cascalho sobre as pedras maiores e sacudiu levemente o pote. Os pedaços de cascalhos se infiltraram entre as pedras até o fundo do pote.

O velho professor levantou os olhos e perguntou outra vez: "O pote está cheio?". Então, seus brilhantes alunos começaram a compreender sua artimanha. Um deles respondeu: "Provavelmente não!". "Bem!", respondeu o velho professor. Ele se inclinou ainda e agora tirou areia de sob sua mesa. E a derramou no pote. A areia preencheu os espaços entre as pedras e o cascalho. Outra vez, ele perguntou: "Está o pote cheio?" Agora, sem hesitar e em coro, os alunos responderam: "Não!". "Bem!", respondeu o velho professor.

E como esperavam os alunos, ele pegou um jarro de água que estava sobre a mesa e encheu o pote até a borda. O velho professor disse então: "Qual grande verdade esta experiência nos demonstra?" 

Não louco, o mais audacioso dos alunos, pensando no tema do curso, respondeu: "Isto demonstra que ainda quando se crê que nossa agenda está completamente cheia, se se quer com verdade, pode-se acrescentar aí mais encontros e mais coisas para fazer".

"Não, respondeu o velho professor, não é isto! A grande verdade que esta experiência nos demonstra é a seguinte: se as pedras maiores não forem colocadas em primeiro lugar no pote, nunca se poderá fazer que em seguida todas entrem".

Houve um profundo silêncio, cada um percebendo a evidência dessas considerações. O velho professor lhes disse então: "Quais são as pedras maiores nas suas vidas? A saúde, a família, os amigos, os sonhos, a carreira profissional? O que precisa reter é a importância de pôr as pedras maiores em primeiro lugar em suas vidas, caso contrário, corre-se o risco de não se realizar.

Se a prioridade é dada às sucatas - os cascalhos, as areias -, vocês encherão suas vidas de futilidades, de coisas sem importância e sem valor e não terão mais tempo para consagrar a elementos importantes. Então, não se esqueçam de se colocar em questão: quais são as pedras maiores de minha vida?

(...) A oração deve ser realmente esta pedra maior que deve encher o pote de nossa vida. É o tempo em que não se faz outra coisa senão estar com Deus. É o tempo precioso em que tudo se faz, em que tudo se regenera, em que Deus age para nos configurar a Ele.

(...) A oração é, primeiro, obra do Espírito Santo que ora em nós, nos reestrutura interiormente e nos mergulha na intimidade de Deus uno e trino. Eis por que é primordial fazer silêncio e escutar, consentir em se despojar e em se abandonar a Deus que está presente em nós.

A oração não é um momento de magia que consiste em apresentar tal e tal queixa pra melhorar nosso bem-estar. O silêncio interior nos permite escutar a oração do Espírito Santo que se torna a nossa. O Espírito intercede em nosso lugar. Na oração, as nossas palavras não são importantes, mas conseguir se calar para deixar falar o Espírito Santo, escultá-lo gemer e interceder em nosso favor. Se entrarmos no silêncio misterioso do Espírito Santo, certamente seremos ouvidos porque dispomos de um coração que escuta.

Deus não nos responde como o teríamos desejado, tanto mais que pedimos muitas vezes coisas impossíveis... A oração é deixar Deus um pouco livre em nós. É preciso saber esperar no silêncio o abandono e a confiança, com firmeza, e na perseverança, mesmo quando se faz escuro, na nossa noite interior.

A oração, como toda amizade, exige tempo para se consolidar.

(...) Deus nos amou primeiro. Orar é deixar-se amar e amar-se. Orar é olhar para Deus e deixar-se olhar por Ele, é saber verdadeiramente se dispor a olhar para Deus que habita e vive em nós de maneira trinitária. Não é uma imagem; na verdade, o Pai, o Filho e o Espírito Santo vivem em nós. Habitam em nós na unidade e na comunhão trinitária. Um só Deus em três Pessoas distintas, é o coração de nossa fé batismal. Somos realmente morada de Deus.

(...) A alma é o lugar da oração. Entretanto, nesse santuário reservado a Deus, nessa casa de Deus, a solidão e o silêncio devem reinar. Porque na oração, é essencialmente Deus que fala e nós escutamos atentamente, pondo-nos em busca de sua vontade.

(...) Devemos aprender que o silêncio é o caminho do encontro pessoal e íntimo com a presença silenciosa, mas viva, de Deus em nós.

Deus não está no furacão, no tremor de terra ou no fogo, mas no murmúrio de uma brisa leve. Para rezar com verdade, é preciso cultivar e salvaguardar alguma virgindade do coração, em outras palavras, não devemos viver e crescer na algazarra interior ou exterior, na dispersão e nas distrações mundanas; há prazeres que desunem, laceram, separam e dispersam o centro de nosso ser.

A virgindade espiritual, o silêncio interior e uma necessária solidão são as rochas mais favoráveis à vida com Deus, num face a Face íntimo com Ele.

Desse reencontro, saímos levando na pele de nosso rosto o esplendor brilhante da Face de Deus, como Moisés quando descia da montanha depois de ter falado com o Todo-Poderoso.

13 janeiro 2017

Celular - os Aplicativos de oração - na Igreja!

Foto ilustrativa
Outro dia deparei-me com uma cena na Santa Missa que me impulsionou a escrever este artigo. Algo que, na verdade, há muito tempo já tinha vontade de fazer.
Eis o fato: uma mulher e duas crianças sentaram-se no banco ao lado do meu, no fundo da Capela. Ela chegou um pouco atrasada, já havia começado as leituras... Até então, não a tinha reparado... nem mesmo olhado para o lado. Mas de repente, comecei a escutar uns barulhos estranhos e uns cochichos. Instintivamente olhei para o lado e vi a cena: a mulher estava sentada no penúltimo banco, mexendo no seu celular, e no banco de trás, dois meninos de uns 9 anos, também com o celular na mão, conversavam e brincavam com algum joguinho... Isso durou praticamente toda a Missa!
Procurei é claro não olhar mais, mas às vezes, sem querer olhava. E é claro que isto me deixou muito incomodada e também triste.
E para lutar contra o julgamento, comecei a rezar por ela, pedindo a Deus: Oh! Senhor, perdoai-a, ela realmente não sabe o que faz! Não deve ter a consciência bem formada, e por isso não sabe que é uma falta de respeito à Vós, e uma falta de reverência na Vossa Casa. Ajudai-a que ela possa ter a oportunidade de ter o coração aberto para receber uma boa formação e reconhecer que isso Vos desrespeita; e que isso não ocorra tarde de mais, ao ponto de que estes meninos já tenham se 'estragado' com tantos joguinhos (que com certeza têm 'linguagem subliminar'), e pela falta de piedade e respeito à Vós, acabando por se afastar da fé.
Não sei o que esta mulher estava olhando no celular, podia até ser um 'aplicativo' de "Liturgia Diária", com as leituras da Missa, mas o fato é que isso faltava com a reverência à Deus, além de tornar-se um contra-testemunho, um mal exemplo. Afinal, ninguém sabe se ela está usando o celular para rezar ou para outra coisa.
Aquelas crianças não prestaram atenção em nenhum momento na Missa. Me pergunto: como uma mãe pode deixar seu filho jogando, brincando dentro da igreja?
Até que ponto chegou a falta de noção das pessoas, e a falta de reverência e respeito na Casa de Deus! Sem contar as roupas indecentes, que já abundam cada dia mais as igrejas, agora o uso do celular tem se tornado cada vez mais frequente e 'normal'!
O fato de que as crianças estavam brincando 'quietinhas' com o celular, pode até ser visto pelas mães como um "mal-necessário", para que, entretidas, elas não façam bagunça ou não fiquem pedindo para ir embora. Mas que triste pensar, que dois meninos com mais ou menos 9 anos de idade, que teriam a capacidade de prestar atenção na Missa - pois já são tão inteligentes com o celular, não é mesmo?! - crescem sem qualquer noção de respeito e piedade por Deus e pelo Seu Templo!
_ Ah! Mas são só crianças! - diriam alguns.
Sim! São crianças, e por isso mesmo que já deveriam ser educadas no que é certo ou errado. Ou será que se deve esperar a adolescência para começar a educar? Mas o que fazer se até a mãe usa o celular dentro da igreja?! Como ela vai cobrar dos filhos uma atitude que ela mesma não tem?!
E o fato deles serem crianças não é nenhuma desculpa, pois eles tem sim muita condição de entender que o que se passa naquele momento é algo importante, sagrado, a qual se deve respeito.
Ah! Mas realmente... para as crianças que crescem em famílias tão agitadas, onde o cronômetro da casa não são as orações e as horas das refeições juntas, mas são: a hora da novela, a hora do programa 'reality show'… ou até… hora nenhuma… sem regras... realmente, para estas, isto é muito difícil!
Afinal, como crianças que já acordam vendo seus pais com o celular na mão, vão conseguir entender que isto não é saudável?! Como vão compreender que é muito salutar ter momentos e lugares certos para tudo nesta vida? Que é saudável ter hora para rezar, hora para comer, hora para estudar, hora para brincar, hora para dormir, hora para ouvir, hora para calar... Lugar para brincar, lugar para comer, lugar para estudar, lugar para rezar, lugar de silêncio!...
Só me lembro de uma vez ter lido que Santa Teresinha do Menino Jesus já prestava atenção na Missa aos 4 anos de idade!
_ Ah! Mas é Santa Teresinha!
Sim, é Santa Teresinha! Mas isso não é nada de extraordinário! Isso chama-se educação. Lar que tem regras. Pais que educam! Família que reza! Lar em que se respira um ambiente de oração e respeito às coisas de Deus! Um lar cristão! Um lar verdadeiramente católico!
Por acaso, nossas crianças de hoje, aos 3 anos - ou até menos - já não sabem manusear o celular? Porque achamos que as crianças têm inteligência para as 'modernidades da vida', mas não são capazes de aprender as coisas de Deus?! Porque sempre deixamos o que é de Deus para depois, para mais tarde?
{Quero aproveitar aqui para parabenizar duas Paróquias (pode ser até que existam outras, mas não sei) que oferecem a Catequese para as crianças desde os 3 anos de idade, são: Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus, e Paróquia São Francisco de Assis}
Muitas vezes a desculpa são os 'Aplicativos de Oração', ou mesmo os de 'Liturgia diária'. Mas, na verdade, isso reflete que as pessoas tornaram-se de tal forma dependentes de seu celular, smartphone, etc., que o levam para todos os lugares, desde o banheiro de sua casa, até para a Casa de Deus, lugar Sagrado!
E alguns ainda se justificam, dizendo:
_ Ah! Mas estou usando o celular para rezar; é um 'aplicativo de oração'!
Foto ilustrativa
Parece algo até bom, mas... veja a armadilha... Sejamos sinceros: usando o 'aplicativo de oração', ou similares... dentro da igreja, não se torna uma grande tentação o fato de 'dar apenas uma olhadinha' no whatsapp, no facebook, etc.?
E isso seria algo normal? Claro que não! Isso é uma grande falta de respeito com Deus! Uma grande falta de reverência na Casa de Deus! E quantas vezes vemos isso acontecer dentro da Santa Missa e dentro da Capela do Santíssimo!
Quem nunca presenciou esta cena? Um celular tocando na hora da Missa (e quase sempre no momento da Consagração), e uma pessoa atendendo: “Alô! Estou aqui na Missa!” Ou pior, ainda sai da igreja para atender o celular!
Nos lugares públicos, como em um Teatro, durante uma apresentação teatral ou musical, ou no Fórum, durante uma seção judicial, não seriamos logo olhados com 'olhares tortos', ou até mesmo repreendidos e 'convidados a nos retirar', se insistíssemos em usar o celular? Porque tem-se este 'respeito' em lugares assim, mas não se tem na Casa de Deus?
Não estou aqui condenando os 'Aplicativos de Bíblia', de 'Liturgia diária', de 'Orações', etc. Com certeza a criação deles foi uma ideia muito boa! Também os tenho em meu celular. Eles são ótimos! Quantas vezes, durante uma viagem, dentro do ônibus, metrô, ou avião, ou mesmo quando estamos em uma Clínica médica, esperando atendimento, podemos aproveitar o tempo, fazendo uma boa leitura, ou uma oração!
_ Ah! - outros poderiam justificar - Mas deixo o celular ligado porque fico preocupado, porque tem alguém doente em casa; às vezes acontece alguma coisa com algum familiar e preciso receber uma notícia; estou esperando uma ligação importante, urgente!
Antigamente não existia celular, e as pessoas conseguiam sobreviver! Também existiam as mesmas possibilidades de ter alguém doente em casa, de ter que receber uma notícia importante, etc. Mas o problema aqui, não são as “necessidades ou preocupações do mundo moderno” que entram em jogo, mas o respeito à Deus que as pessoas estão perdendo; a falta de noção e de reverência com as coisas de Deus. Ele que é o mesmo, ontem, hoje e sempre!
Se por acaso você está na academia, dentro da piscina, ou no campo de futebol – só para dar um exemplo – você vai levar o celular? Não tem jeito de nadar ou jogar futebol com o celular na mão, não é!?
Imagine que você recebe uma visita em sua casa, ou mesmo que você vá visitar um amigo, e está todo solícito em atendê-lo bem, mas de repente, esse amigo que está diante de você, te deixa falando sozinho e começa a usar o celular? Isso é o que estamos fazendo com Deus. E… Ele não é qualquer pessoa: é Deus!
É uma pena que nem mesmo os sacerdotes estão educando e corrigindo mais as pessoas que entram com roupas indecentes ou usam o celular na igreja! Se o padre, que é autoridade, não o faz - ou às vezes, até pior, ele mesmo usa o celular na igreja! -, como nós, leigos, vamos ter essa autoridade para corrigir e educar alguém? É difícil! Até porque sei que um artigo deste tipo, ou mesmo um livro que trate de assuntos relacionados à Adoração e Missa, não são muitos os que leem, pois nem todos gostam de ler - infelizmente - e entre os poucos que gostam de ler, os que realmente precisariam escutar isto, não estão entre os leitores!
Assim, peçamos a Deus muita sabedoria, humildade, caridade, o dom da 'correção fraterna', para podermos 'alertar' e 'formar' nossos irmãos, e não sermos omissos. São João Bosco dizia que um dos pecados que mais leva as almas para o inferno é o 'respeito humano'. Sim. Hoje se tem muito 'respeito humano' de corrigir o outro, que pode ser melindroso e ficar com raiva de nós!
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E se hoje em dia, até a televisão e datashow (projetor) entraram em nossas igrejas e Santuários, com permissão de seus administradores paroquiais, tornando-se tão 'normais', o celular fica até parecendo pouca coisa! Oh! Que triste! Mas Deus é o mesmo, ontem, hoje e sempre!
Na época da invenção da televisão, contaram a São Pio de Pietrelicina sobre o maravilhoso meio de comunicação que tinham inventado; quanta coisa boa podia se ver, as notícias de além-mar, etc... Ele disse: "Verão o que o demônio fará dela!" Que diria ele se pudesse ver que hoje ela chegou até dentro das igrejas, e que arrastou 'em sua cauda' os 'projetores' e 'celulares'; como ele não ficaria furioso?!
Não vamos cair na armadilha de 'aplicativos de oração', etc. Eles são ótimos, sim! Mas use-os quando estiver em um lugar que não poderá ter acesso à Bíblia ou à livros de oração.
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Quase todas as Igrejas distribuem os “folhetos de Missa”, para acompanhar as leituras - e isso na verdade nem é necessário, pois devemos 'escutá-las com bastante atenção' - assim, não é necessário usar o seu celular para ver as leituras.
Não nos deixemos contaminar pelo pensamento mundano de que é 'chic' usar os 'aplicativos de oração' na igreja!
Se você vai para a Igreja, para a Santa Missa, ou para um momento de adoração a Jesus Eucarístico, ou para uma oração pessoal, leve sua Bíblia, sua Liturgia das Horas, sua Liturgia diária, seu Terço, seu Livro de orações, e desligue o seu celular! Como se diz: “Se ao menos Deus estivesse na linha!” Repetindo, só para ficar mais gravado: deixe para usar estes 'aplicativos', quando você estiver no ônibus, no metrô, no avião, na clínica… Aí você aproveitará bem o seu tempo!
Não sejamos relativistas, e não cedamos ao que é 'comum' e 'normal' para o mundo, pois o que é do mundo não agrada a Deus (cf. I Jo 2,15; Jo 17,16; Tg 4,4); sejamos autênticos cristãos! Lembremos: 'O terreno que recebeu a semente entre os espinhos representava aqueles que ouvindo a Palavra de Deus, deixaram os cuidados e a sedução do mundo os sufocarem, e a terra tornou-se infrutuosa'. (cf. Mt 13,22)
Ao entrar na igreja, desligue o seu celular! Ou ao menos, em última hipótese - o que não seria o melhor a se fazer - coloque-o no 'modo silencioso'... e esqueça que ele existe!
Lembre-se que Deus existe e está ali, Vivo a falar com você! Esse artigo é para todos nós, a começar de mim. Não nos deixemos acostumar!


10 janeiro 2017