Todas as quintas-feiras, a partir de 21h até meia noite.
Local: Catedral Bom JESUS - Anápolis (Goiás)
A j u d e a d i v u l g a r n a s r e d e s s o c i a i s !!!
É incoerente ver cristãos participando de festas mundanas, onde se abunda o pecado...
O cristão verdadeiramente amadurecido na fé, não buscaria jamais ficar festejando com alegrias passageiras em um tempo onde JESUS é horrivelmente ofendido. Isso revela a imaturidade espiritual da maioria dos cristãos, que ainda vivem em busca de satisfações emotivas na prática da fé, e não compreendem ainda a grande necessidade de combater o pecado, com uma vida de oração e conversão.
Santa Faustina Kowalska: “Nestes dois últimos dias de carnaval, conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos nestes dias. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista” (Diário, 926).
O grande Doutor da Igreja, Santo Afonso Maria de Ligório escreveu: “Não é sem razão mística que a Igreja propõe hoje à nossa meditação, Jesus Cristo predizendo a sua dolorosa Paixão. Deseja a nossa boa Mãe que nós, seus filhos, nos unamos a ela na compaixão de seu divino Esposo, e o consolemos com os nossos obséquios; porquanto os pecadores, nestes dias mais do que em outros tempos, lhe renovam os ultrajes descritos no Evangelho. Nestes tristes dias os cristãos, e quiçá entre eles alguns dos mais favorecidos, trairão, como Judas, o seu divino Mestre e o entregarão nas mãos do demônio. Eles o trairão, já não às ocultas, senão nas praças e vias públicas, fazendo ostentação de sua traição! Eles os trairão, não por trinta dinheiros, mas por coisas mais vis ainda: pela satisfação de uma paixão, por um torpe prazer, por um divertimento momentâneo. Uma das baixezas mais infames que Jesus Cristo sofreu em sua Paixão, foi que os soldados lhe vendaram os olhos e, como se ele nada visse, o cobriram de escarros, e lhe deram bofetadas, dizendo: Profetiza agora, Cristo, quem te bateu? Ah, meu Senhor! Quantas vezes esses mesmos ignominiosos tormentos não Vos são de novo infligidos nestes dias de extravagância diabólica? Pessoas que se cobrem o rosto com uma máscara, como se Deus assim não pudesse reconhecê-las, não têm vergonha de vomitar em qualquer parte palavras obscenas, cantigas licenciosas, até blasfêmias execráveis, contra o Santo Nome de Deus. Sim, pois se, segundo a palavra do Apóstolo, cada pecado é uma renovação da crucifixão do Filho de Deus. Ah! Nestes dias Jesus será crucificado centenas e milhares de vezes” (Meditações).![]() |
| Dia da SAGRADA FACE é na Terça-feira antes da Quarta-feira de Cinzas. Desagravemos a Sagrada Face de JESUS de tantos pecados cometidos neste dia. |
Vemos
hoje entre muitos fiéis a frequente dúvida: 'Afinal, é certo ou não
receber a Comunhão na mão? O que é melhor?'
A Santa Igreja - e também o testemunho de vários santos e místicos - afirma que depois que comungamos JESUS na Sagrada Hóstia, Sua presença real: Corpo, Sangue, Alma e Divindade, permanece substancialmente em nós enquanto durarem as espécies do trigo; e isto pode levar cerca de 15 minutos. Depois disso, JESUS é em permanece em nossa alma pela ação do ESPÍRITO SANTO e de Sua graça. Por isso devemos, se a saúde nos permite, ficar de joelhos depois que receber JESUS e demorar ainda um tempo na Ação de Graças, e não sair imediatamente; principalmente se a Santa Missa terminar rapidamente, e não tiver avisos, etc.
Embora este documento, comprove que a Comunhão na boca é a maneira tradicional e ordinária de se comungar, e que ela evita as profanações... mesmo assim, devido às pressões e às práticas abusivas já espalhadas em muitos lugares, permitiu-se que cada Conferência Episcopal decidisse como administrar a Santa Comunhão em seu território. É muito importante que se leia este documento. Abaixo, colocamos apenas alguns trechos, mas você pode lê-lo completo neste link.«De fato, em certas comunidades e em certos lugares esta prática [da comunhão na mão] foi introduzida sem que uma anterior aprovação fosse solicitada à Santa Sé, e, às vezes, sem qualquer tentativa de preparar adequadamente os fiéis. (...) Foi, portanto, estabelecido o costume do ministro colocar uma partícula de pão consagrado sobre a língua do comungante. Esse método de distribuição da Santa Comunhão deve ser conservado, levando-se em consideração a situação atual da Igreja em todo o mundo, não apenas porque possui por trás de si muitos séculos de tradição, mas especialmente porque expressa a reverência do fiel pela Eucaristia. O costume não prejudica de modo algum a dignidade pessoal daqueles que se aproximam deste augusto sacramento: é uma parte daquela preparação que é necessária para uma recepção mais frutuosa do Corpo do Senhor. [6] (...) Além do mais, a prática que deve ser considerada a tradicional assegura, mais efetivamente, que a Santa Comunhão seja distribuída com o devido respeito, decoro e dignidade. Remove o perigo de profanação das sagradas espécies, nas quais “de modo único, Cristo, Deus e homem, está presente, inteiro e íntegro, substancialmente e continuamente”. [9] (...) Quando, portanto, um pequeno número de Conferências Episcopais e alguns bispos particulares solicitaram que a prática de colocar as hóstias consagradas nas mãos das pessoas fosse permitida em seus territórios, o Santo Padre decidiu que se deveria perguntar a todos os Bispos da Igreja Latina se era oportuno introduzir esse ritual. Uma mudança em matéria de tal importância, baseada em uma antiga e venerável tradição, não afeta somente a disciplina. Carrega certos perigos consigo, que podem surgir de uma nova maneira de administrar a Santa Comunhão: o perigo da perda de reverência pelo augusto sacramento do altar, de profanação, de adulteração da verdadeira doutrina. (...) a vasta maioria dos Bispos crê que a disciplina atual não deve ser modificada, e caso viesse, que a mudança seria ofensiva aos sentimentos e à cultura espiritual desses Bispos e de muitos dos fiéis.
«Quando te aproximares, não caminhes com as mãos estendidas ou os dedos separados, mas faze com a esquerda um trono para a direita, que está para receber o Rei; e logo, com a palma da mão, forma um recipiente; recolhe o corpo do Senhor, e dize: “Amém”...» (Catequese Mistagógica V 21 s).
Mas na verdade não se tem absoluta certeza de que ele é autor deste texto. Um piedoso sacerdote me afirmou há alguns dias atrás: "As catequeses mistagógicas, como hoje os estudiosos geralmente pensam, não são de São Cirilo de Jerusalém, mas provavelmente do seu sucessor... Era o período da luta ariana. Se deveria investigar uma vez se esta querela não se refletiu também nestes textos...! Se deve considerar que a Cristologia se reflete de imediato na fé eucarística!"
E mesmo se nesta época tenha sido usada a prática da Comunhão na mão, foi uma prática local, e não geral de toda a Santa Igreja. Até porque São Basílio Magno, que foi contemporâneo de São Cirilo, já reprovava esta prática. E inúmeros outros, que eram da mesma época do santo, ou anteriores, também condenavam, como por exemplo: Santo Eutiquiano, São Gregório Magno e Santo Tomás de Aquino...![]() |
| Milagre Eucarístico em Garabandal A Sagrada Hóstia apareceu miraculosamente na língua da vidente Conchita. |
[11] «(...) nestes últimos anos, somos testemunhas também de um outro fenômeno. Algumas vezes, ou melhor dito em casos bastante numerosos, todos os participantes na assembleia eucarística se apresentam à Comunhão; mas, certas vezes, como confirmam pastores avisados, não houve a devida preocupação de aproximar-se do sacramento da Penitência para purificar a própria consciência. (...) pode também aqui esconder-se uma outra convicção, pelo menos algumas vezes: a convicção de considerar a Missa apenas como um banquete, no qual se participa recebendo o Corpo de Cristo, para manifestar sobretudo a comunhão fraterna. E a estes motivos podem facilmente vir juntar-se uma certa consideração humana e um simples "conformismo" (...) Nalguns países entrou em uso a Comunhão na mão. Tal prática foi pedida por algumas Conferências Episcopais, singularmente, e obteve a aprovação da Sé Apostólica. Contudo, chegam informações sobre casos de deploráveis faltas de respeito para com as Espécies eucarísticas, faltas que pesam não somente sobre as pessoas culpáveis de tal modo de comportar-se, mas também sobre os Pastores da Igreja, que terão sido pouco vigilantes quanto à compostura dos fiéis em relação à Eucaristia. Acontece ainda que, por vezes, não é tomada em consideração a livre escolha e vontade daqueles que, mesmo naquelas partes onde foi autorizada a distribuição da Comunhão na mão, preferem ater-se ao uso de a receber na boca... O tocar nas sagradas Espécies e a distribuição destas com as próprias mãos é um privilégio dos ordenados, que indica uma participação ativa no ministério da Eucaristia. Como é óbvio, a Igreja pode conceder tal faculdade a pessoas que não sejam Sacerdotes nem Diáconos, como é o caso quer dos Acólitos no exercício do seu ministério, especialmente quando destinados à futura Ordenação, quer de outros leigos para isso habilitados, por uma justa necessidade, e sempre depois de uma adequada preparação.»[12] «(...)Prestes a terminar estas minhas considerações, quereria antes pedir perdão — em meu nome pessoal e no de todos vós, veneráveis e amados Irmãos no Episcopado — por tudo aquilo que, por qualquer motivo e por qualquer espécie de humana fraqueza, impaciência ou negligência, em consequência também de uma aplicação algumas vezes parcial, unilateral ou errônea das prescrições do II Concílio do Vaticano, possa ter causado escândalo ou mal-estar quanto à interpretação da doutrina e à veneração devida a este grande Sacramento. E elevo as minhas preces ao Senhor Jesus para que no futuro seja evitado, no nosso modo de tratar este sagrado Mistério, aquilo que possa debilitar ou desorientar de qualquer maneira o sentido de reverência e de amor nos nossos fiéis.»Se hoje, dentro da própria Igreja, vemos atitudes de indiferença, ou mesmo falta de respeito para com JESUS Eucarístico temos o dever de exortar as pessoas ao respeito, dando nós mesmo o exemplo de devoção e zelo. Não podemos, é claro, condenar as pessoas que não tiveram a oportunidade de receber uma boa formação, mas nem por isso devemos ser omissos.
Que DEUS nos dê caridade, sabedoria e conselho de saber exortar e corrigir para que nossa correção seja verdadeiramente fraterna e dê frutos. Precisamos fazer da nossa parte, procurando aprender a cada dia mais, estudando a nossa fé, através do Catecismo, dos Documentos da Igreja, mas a dedicação para que se tenha um verdadeiro Culto Eucarístico deve ser a nossa maior preocupação e ter o nosso maior empenho. O sacerdote que me referi há umas linhas atrás, também me disse:[03] «(...) tal adoração é também uma resposta que intenta retribuir aquele Amor imolado até à morte na Cruz.(...) A adoração de Cristo neste Sacramento de amor deve encontrar depois a sua expressão em diversas formas de devoção eucarística: orações pessoais diante do Santíssimo, horas de adoração, exposições breves, prolongadas, anuais (quarenta horas), bênçãos eucarísticas, procissões eucarísticas e congressos eucarísticos»
[07] «(...) Quando de fato nos damos bem conta de quem é Aquele que recebemos na Comunhão eucarística, nasce em nós quase espontaneamente um sentido de indignidade, junto com a dor pelos nossos pecados e com a necessidade interior de purificação. No entanto, devemos estar sempre vigilantes, para que este grande encontro com Cristo na Eucaristia não se torne para nós um fato rotineiro, a fim de evitarmos recebê-lo indignamente, isto é, em estado de pecado mortal. A prática da virtude da penitência e o sacramento da Penitência são indispensáveis para manter em nós e para aprofundarmos continuamente aquele espírito de veneração, que o homem deve ao próprio Deus e ao seu Amor tão admiravelmente revelado.»
Diante desses argumentos, qual será a melhor maneira de se receber JESUS na Eucaristia?[08] «(...) A Igreja e o mundo têm grande necessidade do culto eucarístico (...) convém determos-nos em tudo aquilo que é essencial e imutável na Liturgia eucarística (...) que está intimamente ligado o carácter de "sacrum" da Eucaristia (...) O "Sacrum" da Missa não é, pois, uma "sacralização", ou seja, um acrescentamento do homem à ação de Cristo no Cenáculo (...) é uma sacralidade instituída por Ele, Cristo (...) Um tal "Sacrum" não pode sequer ser instrumentalizado para outros fins. (...) É preciso recordar isto sempre, e sobretudo no nosso tempo, talvez, quando observamos uma tendência para cancelar a distinção entre o "sacrum e o "profanum", dada a geral e difundida tendência (pelo menos em certas partes) para a "dessacralização" de todas as coisas.»